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quarta-feira, 30 de abril de 2014

FORMAÇÃO DE FORMADORES

FORMAÇÃO DE FORMADORES EM PRESÍDIO


INTRODUÇÃO
             Diante da solicitação para que atuássemos na área da formação de formadores, sob uma perspectiva freiriana, nossa primeira tarefa foi selecionar dentre a bibliografia de Paulo Freire, duas obras que fossem mais condizentes com o trabalho dos educadores e educadoras que atuam nos presídios da região oeste do estado de São Paulo. Selecionados: “Cartas a Guiné-Bissau” (FREIRE, 1984) e “Professora sim, tia não” (FREIRE, 2003); propusemos a leitura de um texto de apoio, baseado no fichamento prévio para as educadoras e educadores. O texto com mais de 40 páginas não teve a receptividade que esperávamos e com razão, pois diante da heterogeneidade das e dos componentes do grupo ficou difícil encontrar um argumento forte para a leitura do artigo.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

ENSINO, EDUCAÇÃO E SERVIÇO SOCIAL (ESTUDO 1ª PARTE)


           Primeiramente é o nosso dever salientar que, o ano de 1967 foi prospero para o Setor de Instrução e Educação, face ao apoio recebido da Diretoria Geral do Departamento dos Institutos Penais do Estado, na pessoa do MD. Dr. Fernando José Fernandes; Diretoria da Penitenciaria, Dr. Durval Carrera de Castro e Silva; Divisão Penal, Dr. Waldemar Machado de Barros e Divisão de Produção e Laborterapia, Dr. Remo Niglio. Destacamos a criação da Escola de Datilografia, oficializada pelo Ensino Profissional do Estado, com instituição dos diplomas em tamanho pequeno, com invólucro de plástico e fotografia, (sem qualquer timbre do D.I.P.E. ou da Justiça).

CASA DO EGRESSO (ESTUDO 2ª PARTE)

São Paulo, 30 de abril de 1968 

Cora de Magalhães Leite
Chefe da Secção de Assistência Social, da Divisão 
Judiciária do Departamento dos Institutos Penais do Estado

          Os egressos dos estabelecimentos penais do Departamento dos Institutos Penais do Estado – Secretaria da Justiça – são atendidos e orientados pela Secção de Assistência Social, subordinada à Divisão Judiciária do referido Departamento.

quinta-feira, 6 de março de 2014

CARNAVAL

Penitenciária Feminina da Capital abre as comemorações de carnaval da SAP

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Com a chegada do carnaval diversas unidades do estado resolveram cair na folia. A primeira delas foi a Penitenciária Feminina da Capital (PFC), que realizou seu baile no dia 20/02 às 14h.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PRIMEIRAS PENITENCIÁRIAS

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           A Casa de Correção, mais tarde Penitenciária da AV. Tiradentes, foi criada em 1825 e inaugurada em 1852, quando São Paulo possuía apenas uma cadeia pública sediada no Paço Municipal, responsável pela prisão de arruaceiros e escravos fugitivos.
           Durante o Estado Novo (1937-1945), a unidade prisional, recebeu presos políticos, entre eles Monteiro Lobato, que ocupou a cela n°1. Com a mudança ocorrida no país a partir de 1964, o presídio testemunhou outra etapa da história, quando 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

HISTÓRIA DA PENITENCIÁRIA NO BRASIL

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      Esses ideais refletem durante o Império brasileiro que fixa como predominante encarceramento como pena. Neste sentido a importância da criação da Casa de Correção no Rio de Janeiro em 1850 e em São Paulo 1852 cuja instalação pode ser apontada como uma das expressivas manifestações das mudanças no panorama prisional brasileiro.